Ontem foi apenas um dia comum para a maioria das pessoas. Seis de janeiro de dois mil e treze: 18 anos de vida e, eu, como aniversariante, não poderia deixar de considerá-lo muito especial. Quando eu digo tem uns que não acreditam e às vezes eu até levo pro lado pessoal quando dizem: nossa, pensei que era 15 (ou menos!). Mas tudo bem, é divertido e até interessante, porque nem mesmo eu acredito que esse dia chegou. Acho que tal como acontecera com o imperador Dom Pedro II, a vida me deu uma espécie de golpe da maioridade: exigiu que eu tivesse muita responsabilidade mais cedo. Claro que na verdade foi uma escolha minha, de acordo com os objetivos que tracei na vida. Todavia, é algo que vem de berço: não é porque é "de maior" que não precisa dar satisfação aos pais e que pode se dizer independente.
Não sei, parece que vai demorar um pouco pra cair a ficha, se é que me entende. Alguns vão dizer: é só mais um ano. Não, não é "só" mais um. É um início, é uma renovação. Eu prefiro pensar nas coisas dessa forma, pra dar mais emoção mesmo, sabe? Pra sonhar mais, pra viver mais. A graça é a gente quem faz, o roteiro é a gente quem escreve. Seria mais fácil pensar que os dias simplesmente passam, e que temos que trabalhar até morrer ou fazer farra até cansar. Nem tanto ao céu nem tanto à terra. Seguir com honestidade e tentar ser a cada dia o melhor que podemos ser. É isso, e fazer as pessoas que nos amam se sentirem especiais.
Sinto-me...com aquele friozinho na barriga. Aquele ar de futuro, de esperança, de vida. Que coisa mais boa, de fato cada fase da vida tem a sua beleza. Bem vinda, maioridade!
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